A RELAÇÃO DO ESTADO, O CAPITAL E O TRABALHO NO MUNDO CAPITALISTA
As engrenagens do poder econômico
“Pode-se, então, afirma que a função do Estado, em uma
época de competição global, depende, sobretudo, de sua natureza: existem
Estados fortes e fracos.” (Europa do capital: transformações do trabalho e
competição global pag. 74-75)
O Estado competitivo é aquele que financia
constantemente o mercado, como assim, existem os Estados de ideologia dominante
com tecnologia desenvolvida ao contrário existem países que acumularam capitais
bem mais cedo, ao contrário dos Estados que com menos poder econômico e
tecnológico, que acumularam capitais tardiamente e tecnologia inferior não tem
tanta competitividade, na maioria das vezes esses países eram colônias dos
países desenvolvidos. Percebe-se a grande intervenção do Estado na economia que
seria o único com aparato financeiro para custear as necessidades das empresas.
Os investimentos feitos pelos governos através das suas empresas Estatais fazem
com que as economias de seus países fiquem competitivas, na maioria das vezes
os Estados intervém muito na economia para tentar fazer com que o país se torne
mais competitivo para poder enfrenta outros países. No caso do nosso país nos
últimos 10 ou 12 anos, a economia tornou-se mais competitiva graças ao
investimento em massa do governo brasileiro, claro que em contra partida a
divida interna teve um salta gigantesco estando na casa de 1,3 trilhões de
reais quase 65% do PIB.
Como já foi dito o
Estado entraria com o financeiro, mas vamos então olhar para a história da
humanidade para sabermos essa relação: Passagem do feudalismo para o
capitalismo vale lembra que: Não podemos falar de verdadeiras passagens ao
capitalismo senão quando regiões suficientemente extensas vivem sob um regime
social completamente novo.
“A passagem somente é decisiva quando as
relações políticas sancionam juridicamente as mudanças de estruturas, e quando
as novas classes dominam o estado. Por isso a evolução dura vários séculos.”
(Vilar, 1975, pp. 35-36).
O camponês do senhor feudal vende suas terras
para grandes latifundiários, agora sua força de trabalho é sugada pelos
empresários nas fabricas, mais como sabemos sempre a crises no sistema
capitalista que são cíclicas, nestas crises a única que o Estado demorou a
intervir foi a da queda da bolsa de Nova Iorque, um erro que nunca mais foi
praticado. Mas o que queremos dizer com isso? É que a função do estado é de
proteger e oferece os diretos a seu povo, preserva os diretos de cada um, mais
ao passo que ele intensifica e apoia o acúmulo de capital ele esta
“escravizando” o trabalhador que precisar produzir cada vez mais e em pouco
tempo e ainda ganhando pouco para acaba de “escravizar” o trabalhador, que
antes ajudou a classe burguesa assumir o poder como diz Rosana Batista, doutora em geografia pela UFS, ao
falar de Marx, [...] “Marx acreditava que a única classe “verdadeiramente”
revolucionaria é o proletariado que luta pelos direitos de uma sociedade, não
pelos interesses individuais” vulgares. (informação verbal). Sintetizando tudo o que foi descrito, vemos o
ponto chave da relação de produção e de
servidão um precisa do outro para que as engrenagens capitalistas se movam,
nisso o estado agrava cada vez mais os conflitos sociais.
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