quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

As transformações da sociedade


As transformações da sociedade


O homem só é homem porque pensa, trabalha e cria técnicas para sua sobrevivência.
Desde que o homem começou a trabalhar, a primeira coisa que fez foi doméstica animais e futuramente controlar as técnicas de plantio, nisso o homem cria técnicas para a sua sobrevivência e o do seu grupo, que ao passo que controla o ambiente em que vive esse grupo passa a ser chamado de civilização, as relações existentes dentro destas civilizações criam uma das instituições mais antigas e uma das únicas que verdadeiramente pode assegura, a existência da sociedade como conhecemos com regras, classes, direitos e deveres, essa instituição é a família.
Após esse período começa um outro de conquistas de território onde civilizações começam a destruir e criar outras, uma das mais notáveis civilizações e a romana, que conquista quase todo o território conhecido do ocidente daquele período, após isso problemas econômicos e militares põe um fim ao império romano, o que sobra e pequenos grupos isolados que passam a ser controlados pela igreja de “Roma”, esses grupos passam a se organizar através de um sistema de produção artesanal e de subsistência, esse sistema e o feudalismo.
A sociedade sempre está em transformações, o velho modo que e ultrapassado e substituído por um novo.

O modo de produção e o sistema escolhido para a vida da sociedade sempre foi importante, ao passo que pede-se um outro, tudo transforma-se, no período feudal o sistema escolhido era o feudalismo, os feudos eram independentes entre si, tendo suas lei, moedas, taxas diferentes, o que prejudicava o comércio entre os feudos.
Ao passar do tempo um grupo de pessoas, enriquecidas começam uma luta para a unificação dos feudos, até então esses feudos não caracterizavam um estado unificado, a principal luta era para a unificação dos feudos através da instalação de um poder concentrado nas mãos do rei, o absolutismo vem como forma de assegura o crescimento comercial para a burguesia.
Começa um transição de sistemas que sai do feudalismo passando pelo mercantilismo e chegando ao capitalismo, nessa transformações a ciência começa ultrapassa e põe em risco as verdades absolutas dogmáticas da igreja, nisso põe um fim as verdades absolutas.

A burguesia então revolucionaria não aceitam que o estado então representado pelo rei, interfira na economia para isso aliam-se a uma classe que não aceitavam paga tantos impostos para sustentar o luxo da nobreza e do clero essa classe era os camponeses, nesta época de revoluções vários filósofos propõe a separação dos poderes então conhecida atualmente.

“Somente se emprega o termo capitalismo quando se trata de uma sociedade moderna”, “(...) onde a produção maciça de mercadorias repousa sobre a exploração de trabalhos assalariados, daquele que nada possui, realizada pelos possuidores do meio de produção” (VILAR, 1975, p.36)
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Com essa separação e a instalação das industrias, o artesão passa a perde autonomia, antes ele detinha a força de trabalho, os meios de produção e as matérias-primas, agora ele vende sua força de trabalho por um salário não digno, uma das principais características do sistema capitalista, neste sistema as relações entre a classe operaria e burguesa e de exploração, um precisa do outro, um tenta sugar a força do outro, já os operários lutam por salários dignos para poderem sobreviver.
Nesta sociedade impera as relações de individualidade onde o eu do capitalismo supera o nós, onde o privado supera os das terras comunais, comuns para todos, nessas transformações, a única coisa que verdadeiramente e incontestavelmente mudou foi que as pessoas tornaram-se individualista e exploradoras.

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